
Ao lado do homem vou crescendo
Defendo-me da morte quando dou
Meu corpo ao seu desejo violento
E lhe devoro o corpo lentamente
Mesa dos sonhos no meu corpo vivem
Todas as formas e começam
Todas as vidas
Ao lado do homem vou crescendo
E defendo-me da morte povoando
De novos sonhos a vida.
Alexandre O'Neill, in
No Reino da Dinamarca
Tela de Paula Rego
belas as palavras
ResponderEliminarSeja bem reaparecida, Júlia! :-)
ResponderEliminarE gosto muito do poema.
E eu, para variar, gosto do poema (belíssimo) e depois de um primeiro momento a olhar para a imagem, acabei por achar que combina bem com as palavras: porque transmite uma sensação de vida real, em que as mulheres não são sempre bonitas e delicadas de aparência mas, ainda assim, nelas o sonho transforma-se em vida.
ResponderEliminarSim, seja bem reaparecida Júlia :-)
que bom ter-vos aqui ainda!...:-)
ResponderEliminarobrigada a TODOS pela persistente presença, por terem sabido esperar.
Regressarei aos poucos, embora a minha tendinite nao me deixe visitar os vossas caixas de comentários.
Querida Fugi, eu pensei o mesmo e depois, nao hesitei colocar esta imagem:-)
ResponderEliminarQue bom, Júlia... já estava com saudades. :D
ResponderEliminarA Júlia sabe que não gosto muito de poesia, mas gostei desta prosa que rima e nos fala da vida (também) como ela é. E gostei da foto... nada inocente, sem pudor e com uma certa lascívia... (hum... será que só eu vejo isso?) ;D