
É Natal, nunca estive tão só.
Nem sequer neva como nos versos
do Pessoa ou nos bosques
da Nova Inglaterra.
Deixo os olhos correr
entre o fulgor dos cravos
e os dióspiros ardendo na sombra.
Quem tem assim o verão
dentro de casa
não devia queixar-se de estar só,
não devia
Eugénio de Andrade, Rente ao Dizer
Espero que o início do verso não corresponda á realidade, minha amiga!
ResponderEliminarDe qualquer modo venho aqui deixar-lhe um abraço amigo no Deus que se fez Menino, para nunca nos deixar!
de forma alguma, Joaquim, graças a Deus! :-) Mas depende da forma como se valoriza as coisas :-)
ResponderEliminarhá muito que aqui não passava. hoje vim matar saudades!
ResponderEliminarbeijinho
Espero que tenha sido muito feliz, o seu Natal, Júlia :-D
ResponderEliminarDentro de casa deve ser sempre Verão, Júlia. Ainda não sei como interpretar este post, catrino! "Este Natal" é do Eugénio de Andrade ou... psst!, nada de segredos, quero saber! (risos)
ResponderEliminarEspero que tenha tido um bom Natal, menina Júlia. :)
Ah!... li os outros comentários depois. Mais descansado fiquei e... concordo. Depende da forma como se valorizam as coisas, sim. :)
ResponderEliminarQue os azuis-olhos da Júlia apenas vejam sonhos realizados e cosmos reencontrados...
ResponderEliminarUm abraç*