É mais que evidente que Sócrates venceu, mas com clareza, o debate com a D. Ferreira Leite. Em termos futebolísticos, a Ferreira Leite levou, pelo menos, 4-1. E Sócrates venceu o debate precisamente no espaço em que ela se pretende afirmar como intocável: o do carácter. Sócrates demonstrou, à saciedade, que a Dona tem falta de carácter: ele é a história da Madeira, ele é o TGV, ele é a questão da reforma do ensino, ele são as SCUTS, onde as suas posições se alteram conforme as conveniências. Tudo isso uma demonstração de falta de carácter.
Pena é que Sócrates não tivesse aniquilado, como poderia ter feito, as propostas liberais da D.Ferreira Leite com um exemplo: o da Irlanda.
A Irlanda é o exemplo claro de como a baixa excessiva dos impostos pode ser trágica para um país: face a um momento de catástrofe económica nacional, em que o investimento privado paralisou, o Estado, porque não tem receitas devido aos baixos impostos que manteve, não tem capacidade para ajudar os cidadãos e a economia. E, pior, vê-se forçado a aumentar os impostos num momento em que os deveria diminuir para ajudar a economia.
O contrário disso é a Suécia, em que o elevado nível dos impostos permitiu manter a economia, nesta fase difícil, quase sem sobressaltos quando comparada com o resto da Europa.
Mas talvez Sócrates não quisesse dar esse exemplo para não desagradar aos senhores do dinheiro.
Outra questão já abordada no texto anterior do odisseus: a da liberdade de informação.
Os canais televisivos que comentaram o debate foram todos de um facciosismo escandaloso. Quer na SIC, quer na TVI, todos, MAS TODOS os comentadores eram do centro e da direita. E, por isso, ou deram como resultado um empate, ou até, PASME-SE, a vitória no debate à Dona Ferreira Leite.
Esta é a verdadeira liberdade de informação que a Dona defende.
Mas é também um modo de avaliação do seu carácter.
Um tipo que se diz Alta Autoridade para a Comunicação Social, e como tal está a ganhar o nosso dinheirinho, o que faz ele face a casos destes? Nada. O que fazem o PS e as outras forças de esquerda? Que se saiba, NADA.
já que fizeste questão, Henrique, de enumerar em que circunstãncias MFL não tem carácter, seria conveniente , para que mostres isenção, mostrar-nos porque achas que o nosso Primeiro Ministro Sócrates é melhor. :-))
Ao menos agiu...
ResponderEliminarNão a sabia tão ciumenta, Júlia... (risos)
ResponderEliminarNão tenha, Júlia: poucos escolhem imagens e palavras (próprias ou de terceiros) com tanta mestria ;-)
ResponderEliminarnão tenho, amigos, por quem ter!!
ResponderEliminarobrigada, Fugi:-))
ResponderEliminarsei que tenho outros predicados também
lol
Simplesmente lindo...
ResponderEliminarbeijos
É mais que evidente que Sócrates venceu, mas com clareza, o debate com a D. Ferreira Leite. Em termos futebolísticos, a Ferreira Leite levou, pelo menos, 4-1. E Sócrates venceu o debate precisamente no espaço em que ela se pretende afirmar como intocável: o do carácter. Sócrates demonstrou, à saciedade, que a Dona tem falta de carácter: ele é a história da Madeira, ele é o TGV, ele é a questão da reforma do ensino, ele são as SCUTS, onde as suas posições se alteram conforme as conveniências. Tudo isso uma demonstração de falta de carácter.
ResponderEliminarPena é que Sócrates não tivesse aniquilado, como poderia ter feito, as propostas liberais da D.Ferreira Leite com um exemplo: o da Irlanda.
A Irlanda é o exemplo claro de como a baixa excessiva dos impostos pode ser trágica para um país: face a um momento de catástrofe económica nacional, em que o investimento privado paralisou, o Estado, porque não tem receitas devido aos baixos impostos que manteve, não tem capacidade para ajudar os cidadãos e a economia. E, pior, vê-se forçado a aumentar os impostos num momento em que os deveria diminuir para ajudar a economia.
O contrário disso é a Suécia, em que o elevado nível dos impostos permitiu manter a economia, nesta fase difícil, quase sem sobressaltos quando comparada com o resto da Europa.
Mas talvez Sócrates não quisesse dar esse exemplo para não desagradar aos senhores do dinheiro.
Outra questão já abordada no texto anterior do odisseus: a da liberdade de informação.
Os canais televisivos que comentaram o debate foram todos de um facciosismo escandaloso. Quer na SIC, quer na TVI, todos, MAS TODOS os comentadores eram do centro e da direita. E, por isso, ou deram como resultado um empate, ou até, PASME-SE, a vitória no debate à Dona Ferreira Leite.
Esta é a verdadeira liberdade de informação que a Dona defende.
Mas é também um modo de avaliação do seu carácter.
Um tipo que se diz Alta Autoridade para a Comunicação Social, e como tal está a ganhar o nosso dinheirinho, o que faz ele face a casos destes? Nada. O que fazem o PS e as outras forças de esquerda? Que se saiba, NADA.
já que fizeste questão, Henrique, de enumerar em que circunstãncias MFL não tem carácter, seria conveniente , para que mostres isenção, mostrar-nos porque achas que o nosso Primeiro Ministro Sócrates é melhor. :-))
ResponderEliminarFarta da rima pobre...
ResponderEliminarTenho estado a pensar e... caramba, isso aplica-se a muitos e muitos aspectos da vida, não é?
Fica bem...
Daqui a nada quem está com ciúmes de quem a afasta do blog sou eu, ora! aaiiii... ;)
ResponderEliminarparabéns pelo espaço. Identifico-me com algumas coisas aqui (d)escritas.
ResponderEliminarQuerido Mike, ninguém me afasta, eu é que ando sem vontade de bloggar :-))
ResponderEliminarolá Marta, seja bem vinda!:-)
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