E como em todo teatro, há grandes atores, atores medíocres, alguns canatrões... Bom da arte do teatro Shakespeare sabia tudo e foi um fabuloso ator no teatro da vida. beijos
"Deus criou este mundo. O homem, todavia, entrou a desconfiar, cogitabundo. Decerto não gostou lá muito do que via. E foi logo inventando o outro mundo". Sobre "este mundo" prefiro o meu querido Mário Quintana. Mas isso sou eu, que gosto de desconversar, Júlia ;D
Só é pena que nos tenha sido imposto o papel, ou "um papel". Talvez se consiga mudar e adaptar ao que nos rodeia, porque para sermos nós mesmos é muito mais difícil. Por isso o teatro da vida, ou a vã aparência duma miragem que não conseguimos atingir. O que interessa, é "sermos obrigados" a acompanhar o "compasso" cadenciado dos outros, para que não nos chamem extravagantes. Já não será o teatro de cada um, mas do colectivo. Para quem se deixar arrebanhar.
Se tomarmos este mundo pelo que ele deve ser, então não podemos aceitar os papeis que nos couberem (impuserem).... mas devemos ser nós a escolhê-los!
ResponderEliminarEntre o ser e o dever ser... que distância vai, Júlia...
ResponderEliminarDava um post! :-)
Escolhemos sempre, a deliberação é voluntária,mfc, mesmo que escolhamos mal... "Quand je délibère les jeuz sont faits"(Sartre)
ResponderEliminaruiii, Fugi :-))
ResponderEliminareu acho que o dever ser, é ser.
dava um post!
ou dois?
lol
A pele que escolhemos.
ResponderEliminarE como em todo teatro, há grandes atores, atores medíocres, alguns canatrões...
ResponderEliminarBom da arte do teatro Shakespeare sabia tudo e foi um fabuloso ator no teatro da vida.
beijos
"Deus criou este mundo. O homem, todavia, entrou a desconfiar, cogitabundo. Decerto não gostou lá muito do que via. E foi logo inventando o outro mundo".
ResponderEliminarSobre "este mundo" prefiro o meu querido Mário Quintana. Mas isso sou eu, que gosto de desconversar, Júlia ;D
O mundo é um teatro. Mas os papéis estão em branco, não há "deixas" e cada actor escolhe o seu papel.
ResponderEliminarÀs vezes, até escolhe não representar papel nenhum.
E então diz: Corta.
É assim o mundo...
o escolher nao representar papel nenhum , se calhar será só por si já um bom papel.
ResponderEliminarE quem corta é porque pode, Entremares :-)
pronto, Mike, por esse motivo nós andamos no Mundo virtual :-)
ResponderEliminarà propos, querido Mister, as suas férias estão a correr às mil maravilhas, não?
é verdade, querida Dulce, como dramaturgo ele sabia beber na fonte :-)
ResponderEliminarQuerida Cristna, CNS,
ResponderEliminarSempre poética! beijinho
Só é pena que nos tenha sido imposto o papel, ou "um papel".
ResponderEliminarTalvez se consiga mudar e adaptar ao que nos rodeia, porque para sermos nós mesmos é muito mais difícil.
Por isso o teatro da vida, ou a vã aparência duma miragem que não conseguimos atingir.
O que interessa, é "sermos obrigados" a acompanhar o "compasso" cadenciado dos outros, para que não nos chamem extravagantes.
Já não será o teatro de cada um, mas do colectivo.
Para quem se deixar arrebanhar.
Cumprimentos