Sonho ou realidade? Esta mulher será personagem de romance ou existirá sob o efeito do alcool?
Deixo-vos o desafio que definirá a linha tangente da existência desta mulher.
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Lembro 0 poema, em Adenda:
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"Todo o amor é fantasia;
ele inventa o ano, o dia,
a hora e a melodia;
inventa o amante e, mais,
a amada. Não prova nada,
contra o amor, que a amada
não tenha existido jamais."
ele inventa o ano, o dia,
a hora e a melodia;
inventa o amante e, mais,
a amada. Não prova nada,
contra o amor, que a amada
não tenha existido jamais."
(António Machado)

É uma personagem de romance e existe sob o efeito do alcool (bebido pelo romancista). Por isso é sonho e realidade. Hum... acho que desconversei e tresli. ;)
ResponderEliminareheheh
ResponderEliminarisso é batota
(risos abafado para nao acordar o home)
No seguimento do que me suscitou o «Elogio do Amor Puro », do MEC, esse olhar que me parece adivinhar entre os dois só pode - ou quase sempre é - ficção. Pessimismo? Nem tanto, Júlia...
ResponderEliminarESSES SPAM's DO MERCADO LIVRE NAO ESTAO NADA LEGAIS.
ResponderEliminarEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarExiste.
ResponderEliminarProvavelmente só mesmo na imaginação difusa de um autor tocado.
Conseguirá dar-lhe vida no papel para que a vejamos real? .. .. a acreditar na inspiração que tanto foram / vão buscar ao nectar rosado .. ;)
É sonho! Mas um sonho tão intenso que para ele é uma realidade... O álcool aguça ainda mais o sonho e a traz assim, diáfana, para seu momento de falsa realidade...
ResponderEliminar...saudade das névoas de absinto...
ResponderEliminarEstá visto que o amor é um grande inventor, é o que é... ;)
ResponderEliminar:-)
ResponderEliminarchamemos-lhe Fantasia, Cristina.
se ele a sonhou, já é realidade, Once :-)
ResponderEliminarDrengo :-)
ResponderEliminarA Dulce disse tudo! Basta sonhá-lo!
ResponderEliminarbeijinho
Mister, o Amor é a mola.
ResponderEliminarAh... será por isso que se diz "vergar a mola"? É que o amor verga-se, ou não? ;)
ResponderEliminarnão, Mike, o Amor jamais se verga
ResponderEliminarou existe ou não existe.
Na minha prosaica interpretação, Júlia, a realidade é o copo e são os vapores etílicos, que desenham essa figura de contornos perfeitos, correspondente, certamente, ao ideal estético feminino do nosso pretenso escritor ou sonhador. Sobre o amor, perfilam-se hipóteses múltiplas. Mas este faz-me pensar num «canto» de sereia tentadora mas velhaca. Não vejo o amor de cor verde, embora haja quem muito aprecie o verde (como o nosso Mike), por razões que não vêm ao caso. ;-D
ResponderEliminarEsta mulher existe. Ele ama-a.
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