Sempre haverá uma mão senhora de exemplar
desprendimento, atenta ao sufoco
e à desolação da alma.
Assim foi, por socalcos de tabaco,
o enredo dos caminhos, ardente magia.
Pouco importa saber
que toda a paisagem mente."
(Eduardo Pitta)
NOTA - A Ana V, do blogue Porta do Vento é uma boa amiga que nestes Caminhos eu tive o Privilégio de encontrar. Obrigada, Ana, por existires!
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Acabam aqui os festejos do aniversário do blogue.
Esperei, pacientemente, e lendo atentamente todos os textos anteriores, não fosse alguma frase escapar-me, pelo último parágrafo deste post que é uma bela oferta da Ana. Se acabaram aqui os estejos do aniversário do Privilégio dos Caminhos, a mim, um desnaturado que tempo não arranjei para marcar esta data preciosa, resta-me apenas dizer-lhe que tem sido um privilégio ser seu leitor e comentador. Gosto deste blog, sabia? Gosto mesmo! :D
ResponderEliminaro Privilégio tem sido meu, Mike. Dia que não comenta, estes caminhos ficam às escuras, sabe como é? :-)
ResponderEliminarNão há caminhos que fiquem às escuras quando a menina tem os olhos abertos...;D
ResponderEliminarIa pensando, na minha doce inocência, que teríamos por aqui festejos ciganos, daqueles que duram por dias seguidos, sempre animados, até que canse. Pelo meio, tentava lembrar-me de qualquer coisa original para o contributo festivo e, afinal, regresso já em fim de festa, casa arrumada. Com a mesma clareza com que se anunciou o início dos festejos, assim foi com o fim deles. Lapidar. Nenhum problema, contudo. Com ou sem festa, aqui passarei, todos os dias. Nós afeiçoámo-nos às pessoas, às "casas" delas e às ideias que trocamos uma vez por outra. Por isso, minha cara Júlia, continuaremos a ver-nos. Aqui ou ali.
ResponderEliminarCom um beijo.
Júlia, escolhi este poema porque acho que és a tal "mão senhora de exemplar desprendimento, atenta ao sufoco e à desolação da alma." E porque, mesmo sabendo que toda a paisagem mente, o enredo destes caminhos que nos mostras é sempre "de ardente magia".
ResponderEliminarGosto muito de passar por aqui e já não dispenso o teu bom gosto em poesia.
Um beijo
mas que linda metáfora, Mike :-)
ResponderEliminaro melhor contributo é esse, CR, o afecto! obrigada por ele!
ResponderEliminarum beijinho meu também!
Querida Ana, obrigada, gostei muito, fiquei emocionada com a mensagem nele implicita endereçada a mim, só vindo de ti!
ResponderEliminaré verdade, o desprendimento talvez seja o meu fraco ou o meu forte.
abraço-TE
Ora bolas! Já não há (este é com "h"... ahahahah)comes e bebes! E eu cá com uma sede!Não há direito! Pouca vergonha!
ResponderEliminarQue lindo par de realidade, Júlia. :)
ResponderEliminarNão tenho aparecido.
ResponderEliminarAndo desvairado com a Net.
Tenho uma ADSl vergonhosa e não vejo melhoras ... mas enfim.
Por isso não li o que está para trás.
Mas gosto de traçar o meu caminho.
Chegam-me os traçados ao abrigo de amizades que somos obrigados a calcorrear.
Mas a imagem é bela e o poema do moçambicano Eduardo Pitta, mente como a paisagem.
Que bela simbiose.
o meu amigo CM anda muito borguista, para si, há sempre mais qualquer coisinha. :-)
ResponderEliminarMike :-))
ResponderEliminarJosé Torres, a minha net está igual !...a meio da noite, desisto, tanto corte deixa-me os nervos em franja.
ResponderEliminarbom vê-lo por aqui e aos seus eloquentes comentários.
abraços