submerso pela sombra mínima
do esquecimento
enrosquei-me entre rostos passados
porque a nenhum reconheci
fechei os olhos lentamente
como se fecha a caixa de um tesouro
inexistente
***
Nuno Higíno, in No Silêncio da Terra
**
imagem: Óleo sobre Tela ,"La sieste ivoire"
de Francine Van Hove
Titulo meu*

Triste, alguém que esquece o passado pois dele não retira boas memórias.
ResponderEliminarGostei da tela, naif, mas bonita.
Bjs
:-)
ResponderEliminarmuito triste, Aprendiz!..
Não gosto muito da imagem, mas o poema é lindo.
ResponderEliminareu gosto dos dois, Ana :-)
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