"Formado em direito e solidão,
às escuras te busco enquanto a chuva brilha.
É verdade que olhas, é verdade que dizes.
Que todos temos medo e água pura.
A que deuses te devo, se te devo,
que espanto é este, se há razão pra ele?
Como te busco, então, se estás aqui,
ou, se não estás, porque te quero tida?
Quais olhos e qual noite?
Aquela
em que estiveste por me dizeres o nome."
às escuras te busco enquanto a chuva brilha.
É verdade que olhas, é verdade que dizes.
Que todos temos medo e água pura.
A que deuses te devo, se te devo,
que espanto é este, se há razão pra ele?
Como te busco, então, se estás aqui,
ou, se não estás, porque te quero tida?
Quais olhos e qual noite?
Aquela
em que estiveste por me dizeres o nome."
Pedro Tamen, in [Escrito de Memória (1973)]
NOTA - Conheci o CM do blogue Diesdomini, através do blog "O Anónimo", depressa o reconheci como amigo na cumplicidade dos sentires. Lindo poema, CM, Obrigada!
Para si, muitas felicidades, sempre! e também agradeço a muitaaaaaaaaa cumplicidade existente...
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