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No primeiro capítulo do livro "de Gabriela Llansol, "A morte de Assafora" , é revelado “o fim de que nasce um ser” , que dá lugar ao novo recomeço.
Para que o novo surja, é preciso “impelir para fora a folha caduca da casa” e desfazer-se da pele velha, como a serpente de que falava Nietszche.
Assim, abre a janela ao “desejo de ar livre”, lava a última roupa suja de Assafora, símbolo daquela casa, e a pôs a secar.
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baseado no livro de Maria Gabriela Llansol,
" Um beijo dado mais tarde", in a Morte de Assafora, p. 10 a 14
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NOTA: ver homenagem a M.G. Llansol no PIANO

Reformei todo o meu blog. Veja lá depois. Beijo
ResponderEliminarNão conheço a sua escrita.
ResponderEliminarMas gostei deste nome, Assafora.
Gosto de palavras diferentes e de saboreá-las.
MA
b.e.i.j.o.
ResponderEliminargrato.
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casa e memória.
b.e.i.j.o.
ResponderEliminargrato.
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casa e memória.
É o que eu digo, isto aqui está um luxo hoje!
ResponderEliminar"Para que o novo surja, é preciso “impelir para fora a folha caduca da casa” e desfazer-se da pele velha, como a serpente de que falava Nietszche." - já me inspiraste!
beijinhos