Henri Cartier-BressonMartine's Legs. 1967.
Não é que eu seja sábio, como entre as de mármore alguém disse
ser sempre uma coluna de madeira
mas creio já ter visto um livro brilhar como
se fosse o mar quem nele ao rebentar depositasse o texto.
Luis Miguel Perry Nava, Poesia Completa
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As legs são de Martine, Paulo. Nada de confusões ;-)
Querida Júlia,
ResponderEliminarMuuuuuuuito obrigado! A isto chamo eu um post com pernas para andar!
Claro que o Henri tinha de viver com aquilo que tinha, passasse ele pelo Privilégio dos Caminhos... Enfim, cala-te boca, cala-te boca.
Quanto à sabedoria, de tanto rebentamento de ondas, ameaça ver assoreada a criatividade.
Beijinho. Adorei
Querido Paulo,
ResponderEliminarQue bom que gostou! Lembrei de si relendo o poema.
Quanto à criatividade, não tema...as ondas renovam-se na rebentação.
bem querer