
Alberto M thousandimages.com
Eu num camelo a atravessar o deserto
com um ombro franjado de túmulos numa mão muito aberta
Eu num barco a remos a atravessar a janela
da pirâmide com um copo esguio e azul coberto de escamas
Eu na praia e um vento de agulhas
com um Cavalo-Triângulo enterrado na areia
,,,,
Eu na noite com um objecto estranho na algibeira
-trago-te Brilhante-Estrela-Sem-Destino coberta de musgo
in Poesia de António Maria Lisboa
– texto estabelecido por Mário Cesariny de Vasconcelos
Gosto desta harmonia, texto e fotografia, beijinho
ResponderEliminarSe as pessoas soubessem como uma travessia do deserto pode ser benéfica...
ResponderEliminarBjo
Julia,é vc. amada?
ResponderEliminarRetomando vida, e logo na primeira esquina lhe encontro:
-bom por demais!
ó tanta e toda saudade!
Bjs e bem querer.
nanamerij
De todos os poetas surrealistas, António Maria Lisboa foi, a par de Cesariny, um dos maiores.
ResponderEliminarGostei de o ver lembrado.
E gostei do teu novo visual.
Branco, sem mácula, bonito como tu, minha amiga.
Bom fim de semana
Aqui está bem patente a imagem de marca do Privilégios dos Caminhos: o enorme bom gosto das palavras que escolhes.
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