Não sou a areia
onde se desenha um par de asas
ou grades diante de uma janela.
onde se desenha um par de asas
ou grades diante de uma janela.
Não sou apenas a pedra que rola
nas marés do mundo,
em cada praia renascendo outra.
Sou a orelha encostada na concha
da vida, sou construção e desmoronamento,
servo e senhor, e sou mistério.
A quatro mãos escrevemos o roteiro
para o palco de meu tempo:
o meu destino e eu.
Nem sempre estamos afinados,
nem sempre nos levamos
a sério.
Lya Luft
Foto: daqui
Para já, trnho a dizer que opoema é magnífico. Porque, certamente se deve tratar de uma óptima escrito com um doce nome...
ResponderEliminarTanta gralha... "uma óptima escritora"
ResponderEliminarQuerida Swt,
ResponderEliminarEu podia indicar-lhe links sobre a autora,mas será melhor a Swt escolher, marcando o nome dela no Google,há muita coisa.
beijinho e saudade do Swt-sulada..