"...ele, um lavrador puro, cor de pérola, ela, apanhada na rua, mas arraçada de Castro-laboreiro,castanha. Toda a gente pasmava com a dedicação que se dispensavam, e, quando ela foi atropelada, ele ficou tão triste que, além de deixar de comer por um largo período de tempo, deixou de ligar aos mimos dos donos. Felizmente que encontrou numa cadela, galga, que para cá veio viver depois, um bálsamo." ***
Cristina Ribeiro, num comentário aqui
Obrigada, Júlia, por nos trazer imagens tão lindas, em que o Amor fala mais alto, ultrapassando o facto de se tratar de animais irracionais, mas também eles, e quantas vezes mais do que os seres humanos, capazes de sentirem, e mostrarem, esse afecto uns pelos outros, sem se perderem em coisa comezinhas como a raça.
ResponderEliminarBeijinho grato