
"Acordar de noite e lutar contra o mar. Impor, sobrepor, a minha voz à sua. Acima do seu canto o meu grito, mais alto que a sua música a minha raiva, o meu choro, a minha discordância. Atirar pedras, facas, contra o mar. Fechar contra ele todas as portas e janelas. Contra o seu infinito a minha finitude. Partir o mar como se fosse um espelho."
Teolinda Gersão, in "Paisagem com mulher e mar ao fundo", pág. 59
Teolinda Gersão, in "Paisagem com mulher e mar ao fundo", pág. 59
Querida JúliaML o privilégio dos caminhos está em alta. Boas imagens e MUITO BOAS palavras!
ResponderEliminarOlá Júlia.
ResponderEliminarIsto sim é lindo, bem como todos os outros posts que tem por costume publicar.
Gosto imenso de frequentar o seu blog e de me extasiar...