Não fui eu quem publicou, este soneto foi desenterrado e publicado por um amigo de infância.O soneto é absolutamente fora de moda,mas tem ternura, entusiasmo,força. Repara que a F. Espanca também é fora de moda (quanto a mim) mas é lamechas, quanto a mim, coisa que eu não gosto :-))Prazer rever-te, obrigada pela visita, nem sei como este sítio ainda tem visitantes. beijinho
Passei por aqui e... senti um parar da respiração. Como a vida é curta, rápida e inesperada. Numa "viagem por aí", descobri isto:
“A LUZ QUE ME ROUBASTE” “Não cesso de dizer a toda a gente Que o fogo dos teus olhos me cegou: Onde não me julgares, eu lá estou, Ceguinho, com o meu bordão à frente.
Há preces em minha alma que pecou Ao ver-te graciosa, docemente… Em ti, o “não” fugiu e o “sim” não mente, Entre nós a amizade já findou.
Não me escrevas, te peço, mais missivas Para um cego as propostas são altivas. Hoje, já não te devo interessar. Mas, se por mim passares, tem cuidado…
A tua voz em timbre modulado Pode bem minha luz recuperar!”
Sem saber ler nem escrever e de supetão "apanho" duas poesias do mesmo autor. Que feliz coincidência. Como a vida é pequena mesmo na grandiosidade.
parabéns pelo Blog!!
ResponderEliminarUm soneto com um estilo absolutamente datado, mas cheio de uma ternura imensa.
ResponderEliminarImagino o prazer que tiveste em republicá-lo.
Não fui eu quem publicou, este soneto foi desenterrado e publicado por um amigo de infância.O soneto é absolutamente fora de moda,mas tem ternura, entusiasmo,força. Repara que a F. Espanca também é fora de moda (quanto a mim) mas é lamechas, quanto a mim, coisa que eu não gosto :-))Prazer rever-te, obrigada pela visita, nem sei como este sítio ainda tem visitantes. beijinho
ResponderEliminarPassei por aqui e... senti um parar da respiração.
ResponderEliminarComo a vida é curta, rápida e inesperada.
Numa "viagem por aí", descobri isto:
“A LUZ QUE ME ROUBASTE”
“Não cesso de dizer a toda a gente
Que o fogo dos teus olhos me cegou:
Onde não me julgares, eu lá estou,
Ceguinho, com o meu bordão à frente.
Há preces em minha alma que pecou
Ao ver-te graciosa, docemente…
Em ti, o “não” fugiu e o “sim” não mente,
Entre nós a amizade já findou.
Não me escrevas, te peço, mais missivas
Para um cego as propostas são altivas.
Hoje, já não te devo interessar.
Mas, se por mim passares, tem cuidado…
A tua voz em timbre modulado
Pode bem minha luz recuperar!”
Sem saber ler nem escrever e de supetão "apanho" duas poesias do mesmo autor.
Que feliz coincidência.
Como a vida é pequena mesmo na grandiosidade.
Olá, José Torres! :-))obrigada!
ResponderEliminarbeijinho de saudades
Obrigada, Daniela! Seja bem vinda!
ResponderEliminarO tio Horácio...
ResponderEliminarObrigada por estares aqui, priminha!
ResponderEliminarEu gosto do soneto e também gosto por ser fora de moda. Dez anos depois alguém veio dourar aquela ventura...
ResponderEliminar...duas venturas, José, eu e a minha querida irmã :-)Obrigada por gostares e o dizeres!
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