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terça-feira, 8 de setembro de 2009

este mundo



Tela de Frederic Vidalans

Tomar este mundo pelo que ele é...:
" um teatro onde cada personagem actua segundo o papel que lhe coube"
(William Shakespeare)

13 comentários:

  1. Se tomarmos este mundo pelo que ele deve ser, então não podemos aceitar os papeis que nos couberem (impuserem).... mas devemos ser nós a escolhê-los!

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  2. Entre o ser e o dever ser... que distância vai, Júlia...
    Dava um post! :-)

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  3. Escolhemos sempre, a deliberação é voluntária,mfc, mesmo que escolhamos mal... "Quand je délibère les jeuz sont faits"(Sartre)

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  4. uiii, Fugi :-))

    eu acho que o dever ser, é ser.

    dava um post!
    ou dois?

    lol

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  5. E como em todo teatro, há grandes atores, atores medíocres, alguns canatrões...
    Bom da arte do teatro Shakespeare sabia tudo e foi um fabuloso ator no teatro da vida.
    beijos

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  6. "Deus criou este mundo. O homem, todavia, entrou a desconfiar, cogitabundo. Decerto não gostou lá muito do que via. E foi logo inventando o outro mundo".
    Sobre "este mundo" prefiro o meu querido Mário Quintana. Mas isso sou eu, que gosto de desconversar, Júlia ;D

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  7. O mundo é um teatro. Mas os papéis estão em branco, não há "deixas" e cada actor escolhe o seu papel.

    Às vezes, até escolhe não representar papel nenhum.
    E então diz: Corta.

    É assim o mundo...

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  8. o escolher nao representar papel nenhum , se calhar será só por si já um bom papel.
    E quem corta é porque pode, Entremares :-)

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  9. pronto, Mike, por esse motivo nós andamos no Mundo virtual :-)
    à propos, querido Mister, as suas férias estão a correr às mil maravilhas, não?

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  10. é verdade, querida Dulce, como dramaturgo ele sabia beber na fonte :-)

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  11. Só é pena que nos tenha sido imposto o papel, ou "um papel".
    Talvez se consiga mudar e adaptar ao que nos rodeia, porque para sermos nós mesmos é muito mais difícil.
    Por isso o teatro da vida, ou a vã aparência duma miragem que não conseguimos atingir.
    O que interessa, é "sermos obrigados" a acompanhar o "compasso" cadenciado dos outros, para que não nos chamem extravagantes.
    Já não será o teatro de cada um, mas do colectivo.
    Para quem se deixar arrebanhar.

    Cumprimentos

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