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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

da transparência



Ausência, é esta transparência.
O tempo a tropeçar na janela
voando de telhado em telhado
de estrela em estrela.
A própria Noite.
.
Júlia Moura Lopes

20 comentários:

  1. Mas uma noite estrelada e com lua cheia, minha querida
    Que lindo!
    Obrigado, minha querida.
    Fiquei sem bateria e não dei por isso.
    Só eu!

    beijinho terno com abraço apertado

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  2. O tempo assim ainda dá um trambulhão e estatela-se ao comprido. (risada)
    Ou talvez tenha sorte e se a própria noite não estiver ausente ainda o salva. ;)

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  3. Ausência é como diz a Júlia: como quando a noite é escura como breu...

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  4. Antes de ver o autor deste poema, disse para mim: quem será o autor de tão belo poema? Sério...

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  5. e os dias continuam lindos, Minucha :-)


    (há)braço

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  6. Fugi, obrigada por gostar e por me dar a alegria da sua presença ainda que fugidia :-/

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  7. não, Mike, o tempo quer atingir as estrelas, só pode subir aos telhados :-P

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  8. Ah, então o tempo é gato e tem sete vidas, Júlia... ;)

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  9. o tempo é um ladrão, Mike, um filho daaaaaaaaaaaaaaaaa :-)))

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  10. Será uma aguarela de transparências ... mas vejo a luz ...
    Será uma noite luminosa?

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  11. pois, José Torres, nem todos têm a capacidade de a ver ;-)

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  12. estrelas são lágrimas na noite,
    saudade em cristal.

    belo!
    beijos

    Vicente

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  13. Júlia,

    foi o que a sua "da transparência" me fez sentir.

    Beijos

    Vicente

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  14. Tinha deixado aqui um comentário há dias, mas vejo que não ficou registado.
    É um poema lindo, Júlia.

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  15. chamemos-lhe um pensamento, Ana, para poema falta-lhe quelque chose.

    beijinho

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