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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

pérola


"Com o tempo descobri um outro momento de solidão: o exercício do poder."
Mike, aqui

18 comentários:

  1. :-)
    Fazemos uso da experiência, reinventamos as defesas, aprendemos novos truques, criamos habituação, ficamos imunes a alguns sentimentos que só já resvalam em nós... mas o exercício do poder, Júlia, continua a ser um acto solitário.
    Pérola é um exagero, mas a menina é que manda na sua Casa. :-)

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  2. A pérola é o próprio Mike, ou o que diz? :)
    Ambos? Ok:)

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  3. A pérola é o dito, mas pelo facto de o afirmar, o Mike tem de ser forçosamente, também, uma pérola.

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  4. Ambos, Cristina, ele é um dois em um, Cristina :-)

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  5. Ora, Minucha, ele é a pérola e a ostra (salvo seja)

    :-))

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  6. Obrigado, Júlia. Nunca me tinham chamado molusco... (muitos risos)
    Mas ostra até é chic. ;-)

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  7. Querido Mike,

    Não deite foguetes, só agorinha me lembrei que a Ostra é o único animal que não acasala :-P

    (risos abafados)

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  8. Então sou uma ostra especial... não, já sei, sou um ostro. (gargalhada abafada)

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  9. o Mister é uma pérola isso não se discute. não há Ostross, calha até bem !

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  10. Está muito bem dito, é verdade, Júlia. Parabéns pela pérola... e por ser uma pérola, Mike! E o poder não pode ser senão solitário, até porque sabe que é nos seus mais penhorados servidores que menos pode confiar. ;-)

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  11. A Júlia chama-me molusco, daqueles que não acasala, a Luísa diz que sou um penhorado servidor do poder... podem continuar, vá...
    Vê o que arranjou com a malfadada pérola, Júlia? aaiiiii

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  12. Uma pérola, mesmo!
    Mas será que o Mike está a penasr candidatar-se à política, com esta máxima do "exercício do poder"??? ;-)

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  13. Ana, acho que a maior parte dos políticos não praticam o exercício do poder. É mais o abuso do poder. ;-)

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  14. Mike, eu não disse - Deus nos livre! - que é um penhorado servidor do poder. Disse, isso sim, que quem exerce o poder sofre, geralmente, uma dupla solidão: primeiro, porque tende a distanciar-se das pessoas sobre que exerce esse poder; segundo, porque não pode, tão pouco, confiar nos seus cortesãos ou servidores mais próximos, que são, em regra, os que primeiro o atraiçoam e abandonam o barco em caso de naufrágio.

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  15. Disse sim, Luísa! Por isso agora o crédito passou para o meu lado. Perdeu a legitimidade de se vingar... (gargalhada abafada escondida por trás dum rosto sisudo)
    Uff, será que me safei da vingança?

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